sexta-feira, 28 de junho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Pacto de Lausanne
Suíça
150 países, 2700 líderes, 1974.
Pacto: Contrato que impõe obrigações.
(Não é só declarar, mas fazer).
Introdução
Pacto de Lausanne – A mais significativa das confissões sobre o evangelismo já produzida pela Igreja. – 50% dos delegados eram oriundos do terceiro mundo.
O documento marcou uma parcela significativa das comunidades evangélicas de todo o mundo. Que a mensagem do evangelho não inclui apenas as boas novas da salvação individual, mas o projeto para que os cidadãos celestiais, os salvos em Cristo, manifestam os sinais do Reino na sociedade decadente em que estão inseridos. Ser sal, ser luz.
A Igreja de Cristo ao longo da história procurou não fazer uma dicotomia entre evangelização e ação social, consciente e transformadora:
1. Recuperar a unidade da Igreja na prática de nossa missão.
2. Aprofundar o conceito de missão integral.
3. Assumir os riscos desse envolvimento.
4. Evitar os desvios que nos levam para longe de Deus e da sua vontade.
5. Resgatar o caráter profético do sermão.
6. Não permitir o retrocesso na prática de missões.
Tocados pelo que Deus vem fazendo em nossos dias, movidos ao arrependimento por nossos fracassos e desafiados pela tarefa inacabada da evangelização, as boas novas da salvação para todo o mundo, obediência (por graça) de proclamar e fazer discípulos.
a. Cristãos que levam tanto Cristo como a Igreja a sério
b. Não podendo chamar Cristo de Senhor sem serem responsáveis de sua nova comunidade.
c. Convencidos de que Deus vem fazendo (agindo).
d. Arrependimento x Triunfalismo (substituindo por humildade).
e. Reconhecendo nossas falhas e a consciência da ação de Deus nos leva ao desafio da evangelização.
1. Deus e seu propósito
1. O ser que Deus é:
a. Um ser eterno e ativo, Criador e Senhor do mundo (Is 40:28).
b. Tanto um como três, que governa todas as coisas segundo a sua vontade.
2. O propósito de Deus.
Chamar um povo para si, a Igreja, povo de peculiar propriedade de Deus, que tem chamado do mundo e enviado ao mundo como servos e testemunha, para estender o Reino e edificar o “Corpo de Cristo”, para a glória dele mesmo (Deus).
Que muitas vezes negamos o chamado e falhamos na missão.
Como vasos de barro transportamos o tesouro, o Evangelho, e na nossa fraqueza o poder de Deus se destaca.
2. A Autoridade e o Poder da Bíblia.
A. Autoridade.
1. Inspiração – Homens movidos pelo Espírito Santo a tal ponto que se poderia dizer que os lábios de Deus a proferiram (A Palavra de Deus – Assim diz o Senhor:)
2. Veracidade – Sendo a Palavra de Deus escrita é verdadeira (Nm 23:19) em tudo o que afirma.
3. Autoridade – A conseqüência lógica das afirmações anteriores. Única regra de fé e prática.
B. O Poder da Bíblia.
Para cumprir o seu propósito.
1. Quando Deus fala também age (vê-se claramente no relato da criação).
2. O Evangelho é o Poder de Deus para salvação (Rm 1:16).
3. O Espírito Santo a usa, fala e age através dela (1Co 2:1-5, 1Ts 1:5, 1Pe 1:21).
C. A mensagem da Bíblia é a mesma para toda a humanidade e destina-se a ela, é imutável, através dela o Espírito Santo fala ainda hoje.
Deus ilumina as mentes do seu povo de modo a perceberem a sua verdade em toda cultura, de maneira sempre nova. Assim toda a Igreja deve receber a revelação integral de Deus.
3. Unicidade de Cristo.
Um só Salvador e um só Evangelho.
O Novo Testamento é diversidade sem conflito.
A. Unicidade de Cristo, Ele é o Salvador.
1. Há somente um Salvador, e mediador, Cristo (1Tm 2:5-6, At 4:12).
2. Deus ama todos os homens (?) x Eleição, a Bíblia ensina ambas as verdades.
B. Universalidade de Cristo, Ele é o Salvador do mundo.
1. Por ser único deve ser proclamado por todo o mundo.
2. Nem todos os homens serão salvos.
3. O convite deve ser estendido a todos.
4. A Natureza da Evangelização.
A. Boas novas em Cristo.
B. Morreu por nossos pecados.
C. Ressuscitou segundo as Escrituras.
D. È Senhor e Rei.
E. Oferece perdão de pecados e o dom do Espírito Santo a todos os que se arrependerem e crerem.
F. Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor.
G. Persuadir as pessoas a se reconciliarem com Deus.
H. O prelúdio da evangelização.
1. Presença (contato).
2. Proclamação (Jesus bíblico e histórico).
3. Persuasão (honesta e franca).
4. Diálogo (indispensável).
I. O objetivo da evangelização é a conversão.
5. Responsabilidade social cristã.
Toda pessoa possui uma dignidade intrínseca porque foi feita imagem de Deus.
O dever social político faz parte do cristão (a fé sem obras é morta).
O testemunho do século XIX na Inglaterra foi notável.
A. Doutrina de Deus.
1. Criador e juiz de todos os homens.
2. Devemos partilhar o seu interesse pela justiça.
3. Pela reconciliação do homem com Ele.
4. Libertação de todo jugo e opressão.
B. Doutrina do homem.
1. A responsabilidade social.
2. Evangelização.
3. Doutrina da salvação.
4. Salvação e libertação do mal.
C. Doutrina de Reino.
1. Quando se recebe a Cristo se nasce de novo no seu Reino.
2. Ser cidadão do Reino é ansiar por justiça.
6. Igreja e Evangelização.
A. Somos enviados a exercer a missão sacrificial de levar o evangelho integral ao mundo todo.
B. O povo remido é a agência de Deus na terra.
7. Cooperação na Evangelização.
Evangelização que nos convoca a unidade.
Devemos estar unidos em comunhão.
Rejeitar o individualismo propõe o empenho numa unidade mais profunda.
A. Missão da Igreja.
1. A missão de Cristo é modelo para a Igreja.
2. Cristo não ficou a parte da vida e dos sofrimentos do mundo.
3. É preciso penetrar na sociedade não cristã.
4. A evangelização integral ao mundo.
B. Integridade da Igreja.
1. Se, esperamos ser ouvidos, precisamos viver o que pregamos.
2. A cruz precisa ser tão central em nossas vidas como ela o é em nossas mensagens.
3. Quando a Igreja não vive o que prega, ela é pedra de tropeço para o Evangelho.
4. A Igreja está acima de todas as organizações humanas.
C. A unidade da Igreja.
1. A unidade invisível e indestrutível precisa se tornar visível.
2. A nossa desunião enfraquece o evangelho da reconciliação.
3. A unidade visível deve manifestar-se por uma confissão.
4. A única unidade que agrada a Deus é a unidade na verdade (fé bíblica, comunhão uns com os outros nas obras e no testemunho).
5. Precisamos aprender a planejar e trabalhar juntos.
8. Esforço congregado de igrejas na evangelização.
1. A responsabilidade de evangelizar pertence a todo Corpo de Cristo.
2. Processo permanente de reavaliar nossa responsabilidade e ação missionária.
3. O esforço congregado revelará o caráter universal da Igreja de Cristo.
9. Urgência da Tarefa de Evangelização.
A. Dois bilhões e setecentos milhões de pessoas ainda por ser evangelizadas (?)
.
1. A tarefa de evangelizar pertence a todo povo de Cristo.
2. A tarefa vem sendo desenvolvida pela Igreja e Instituições para-eclesiásticas (Deveriam ser departamentos na Igreja).
3. A responsabilidade é alcançar a área que está plantada, bem como enviar missionários a outras partes do mundo.
4. O Concílio de Lausanne reconheceu como válido a existência das Instituições Para-Eclesiásticas.
B. Existe uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo.
1. Ocasião própria para a evangelização mundial.
2. Liberar recursos para as áreas não evangelizadas.
C. Estamos chocados com as injustiças que provocam a pobreza.
1. Os cristãos que vivem em opulência, tem uma obrigação em particular.
2. Devemos desenvolver um estilo de vida simples, e contentar-nos com o que é necessário à vida.
3. Contribuir generosamente para aliviar e evangelizar os necessitados.
10. Evangelização e Cultura.
1. A cultura deve ser julgada e provada pelas Sagradas Escrituras.
2. O Evangelho avalia todas elas (culturas) segundo seu próprio critério.
3. A Igreja tem que procurar transformar e enriquecer a cultura.
11. Educação e Liderança.
Um estilo cristão de liderança, não em termos de domínio, mas de serviço.
Em toda nação e cultura deve haver um eficiente programa de treinamento para pastores e leigos, desenvolvidos a partir de iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos.
A. A Cultura deve ser testada e aprovada pelas Escrituras.
1. Deve ser julgada pelas Escrituras.
2. O evangelho não pressupõe a superioridade entre uma cultura e outra.
3. As missões tem exportado a cultura com o Evangelho.
B. Liderança.
1. O crescimento numérico não justifica o detrimento espiritual.
2. Toda Igreja deve ter líderes nacionais.
3. Há necessidade de desenvolver educação teológica.
12 e 13. Conflito Espiritual / Liberdade e Perseguição.
A Igreja deve esperar feroz oposição.
A. Oposição:
1. Conflito espiritual contra os principados e potestades.
2. Falsas ideologias fora da Igreja.
3. Armas morais e intelectuais (Pecado e mundanismo – hábitos questionáveis)
4. Métodos duvidosos para conseguir resultados.
5. Perseguição física e legislação restritiva.
B. Antídoto:
1. Usar a Armadura de Deus (Ef 6:10-17).
2. Se opor as injustiças.
3. Declarar a verdade.
14 e 15. O Poder do Espírito Santo / o Retorno de Cristo.
A ação do Espírito Santo é uma condição indispensável para esperar resultados.
Crer na Volta de Jesus, pessoal e visivelmente, em poder e glória para consumar a salvação e o juízo.
A. O poder do Espírito Santo é gracioso e contínuo.
1. O testemunho da Igreja (Jo 16:14).
2. O Espírito Santo e as quatro etapas de crescimento:
• Convicção de pecado.
• Fé em Jesus.
• Novo Nascimento.
• Santificação.
3. O Espírito Santo é um Espírito missionário, logo uma igreja cheia do Espírito Santo é uma igreja missionária.
4. Para a evangelização mundial é necessária a renovação da igreja pelo Espírito Santo (Sabedoria, fé, santidade, amor e poder).
C. O retorno de Cristo.
1. Cremos que Jesus voltará:
• Pessoalmente (At 1:1).
• Visivelmente (Ap 1:7).
• Em poder e glória (Mc 13:26).
• Para consumar salvação e juízo (Jo 5:21-29, Hb 9:27-28).
2. Isso é um estímulo a evangelização (Mt 24:14 – então virá o fim).
3. Duas etapas de Reino:
• Convidando para o Reino da Graça.
• Preparando para o reino de Glória.
Conclusão: Compromisso de orar juntos, planejar juntos, e trabalhar juntos pela evangelização de todo o mundo.
O REINO DE DEUS E SEU CUNHO SOCIAL
Missão Integral no contexto social
07/11/2011 18:03
Missão Integral no contexto social
Introdução: Quando falamos em Missão Integral, temos de nos reportar ao ministério do Senhor Jesus. Ele preocupou-se com o homem como um todo, importando-se com ele e suprindo suas necessidades básicas. A sua preocupação com o ser humano era além do espiritual, abrangendo também o aspecto físico e psicológico.
Quando analisamos as Escrituras Sagradas, encontramos o Senhor Jesus fazendo Missão Integral. O texto de Mt 9:35-38 dá-nos a idéia do que fazia em seu ministério, pois o verso 35 diz: “percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do reino e curando toda sorte de enfermidades”.
Aqui temos a abrangência de seu ministério, quando buscou indiscriminadamente os marginalizados, oprimidos, cativos, machucados, cegos, surdos, coxos, leprosos, aleijados, desamparados, desgarrados, perdidos, etc. Essa foi a sua Missão: “buscar os perdidos da casa de Israel”. Qual foi a sua motivação em buscar aqueles desvalidos que viviam desprezados por seus semelhantes? A Compaixão! Pois via as multidões desamparadas como ovelhas que não tem pastor. Viviam desorientados, sem direção, proteção, alimento, afetados pelos descaminhos do destino, precisando de amparo. Jesus é o maior exemplo de Missão integral, Ele preocupou-se com o homem por inteiro: corpo e alma!
O que é Missão integral?
O Concílio de Lausanne, realizado na Suíça em 1974, teve como lema “Toda igreja, levando todo evangelho, a todo homem em todo mundo”. Aqui, a Missão Integral é definida como o Evangelho completo (todo) ao homem completo (todo). Preocupando-se com o homem como um “todo”, ou seja, espiritual, psicológica e fisicamente.
Missão Integral é o retorno às origens do cristianismo bíblico, atendendo o ser humano em todas as suas necessidades, promovendo seu bem estar material e espiritual. A Missão Integral inclui fé e obras. John Stott disse: “o ser humano deve ser uma comunidade integrada de corpo e alma”.
Evangelização e responsabilidade social são partes integrantes da Missio Dei, portanto, são inseparáveis e indispensáveis na missão da Igreja. Evangelizar é atender o indivíduo na totalidade. Não só o Evangelho e nem só o pão.
Devemos relacionar evangelismo e ação social, pois andam juntos! Um não existe sem o outro. Se a igreja vai fazer missões, precisa ser Integral, senão, é um Evangelho incompleto, deformado e manco. Ação social é parte da proclamação do Evangelho. Jesus deu o exemplo em seu ministério. Emilio Castro diz: “o evangelismo existe somente onde há preocupação social, sem ela pode haver propaganda, proselitismo, mas dificilmente boas-novas”.
Origem da Missão Integral.
A origem da Missão Integral não é nova, no Antigo Testamento encontramos claramente este assunto como uma ordem de Deus ao seu povo. Vários textos fazem referência ao ensinamento divino quanto à questão social. O próprio Deus exorta-nos quanto ao cuidado par com a viúva, o órfão, o pobre e o estrangeiro (Sl. 68:5 e Lv. 19:10).
Jesus veio com o propósito de resgatar o homem na sua integralidade. João 1:14 diz: “e o verbo se fez carne e habitou entre nós”. Para quê? Para buscar e salvar o que se havia perdido! Da mesma forma, nós, como seus discípulos, temos a mesma incumbência: “assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo”, Jo. 17:18. Jesus nos enviou. Para quê? Para fazer as mesmas obras que fazia.
A Igreja Primitiva entendeu essa missão e preocupou-se com os desfavorecidos. Em Atos, encontramos a Igreja organizando-se a fim de atender aos necessitados que estavam sendo esquecidos. Paulo preocupou-se com os necessitados de Jerusalém, Tiago recomendou a prática das boas obras e a preocupação com a condição física do próximo como prova de uma fé viva.
Durante a História da Igreja homens de Deus como João Calvino, Wesley Wilbeforce, Jorge Muller e tantos outros fizerem diferença na sociedade em que viviam, envolvendo-se na ação social, pois viam nisto a missão da Igreja.
A Missão Integral é a Missão da Igreja.
Como Igreja, devemos empregar todos os esforços para atender a proposta de Lausanne e pensar seriamente na questão desse “Todo”. A missão da Igreja e sua responsabilidade social referem-se aos atos de misericórdia e compaixão para com aqueles que sofrem e que não estão em condições de retribuir o favor.
A Igreja tem a Missão de ser e fazer discípulos segundo o modelo de Cristo; para isso precisamos fazer o que Ele fazia. Ter um Evangelho completo: fé e obras. As obras são resultados da fé que possuímos no Senhor Jesus. Devemos ser responsáveis socialmente não para sermos salvos, mas porque somos salvos. O Evangelho equilibrado tem fé e obras ao mesmo tempo.
Como fazer Missão Integral?
Existe pelo menos duas maneiras de fazer a Missão Integral. A primeira é através da Filantropia, atendendo a pessoa em suas necessidades imediatas. Ou seja, amenizando os problemas do dia a dia. Como por exemplo, doando cestas básicas, remédios, etc. É momentânea, atende a necessidade imediata, mas não muda a situação da pessoa ao longo da vida. A segunda é eliminar as causas das necessidades, revendo a estrutura que causa tal situação, proporcionando oportunidades ao indivíduo para mudanças em sua realidade. Pode-se, por exemplo, inserir o indivíduo no mercado de trabalho, oferecendo-lhe cursos profissionalizantes.
Por que a igreja brasileira falha na Missão Integral?
Entre alguns fatores podemos destacar alguns deles como, por exemplo:
a. Herança missionária. Os missionários americanos e europeus não transmitiam a mesma visão missionária para as igrejas autóctones. Assim, deixaram a impressão de que missões é algo que o Brasil recebe e não precisa fazer, como afirma Timóteo Carriker.
b. Comodismo. Há um comodismo na igreja. Eu estou bem e fecho os olhos para aqueles que estão carentes ao meu lado. Não é problema meu! Transfere-se a responsabilidade de fazer alguma coisa.
c. Falta de visão do seu potencial. Temos um potencial enorme, mas ficamos esperando que os outros façam. Podemos minimizar o sofrimento de milhares de pessoas, basta iniciativa da nossa parte.
Como podemos realizar a Missão Integral?
Segundo Calvino Rocha, podemos realizar a Missão Integral da seguinte forma:
a. Valorizando os desafios independentemente da sua dimensão. Pode ser impossível aos nossos olhos, mas não aos olhos de Deus. É começar e não ter medo dos desafios.
b. Identificando os desafios que estão próximos. Às vezes não conseguimos enxergar problemas sociais que estão ao nosso lado e que com pouca coisa podem ser amenizados ou solucionados.
c. Partilhando recursos. Dividir aquilo que temos. Quando olhamos para as pessoas que estão a nossa volta, percebemos que podemos fazer alguma coisa. Basta ter compaixão e generosidade. Jesus multiplicou os poucos pães e alimentou uma multidão faminta.
d. Aprendendo com a história. Temos muitos exemplos na história de pessoas que começaram do nada. Com boa vontade e amor, fizeram diferença no seu tempo.
e. Estabelecendo um projeto de encarnação. Assim como Jesus encarnou-se, identificando-se com a humanidade e tendo compaixão profunda por ela, assim devemos fazer. Dar a vida para restaurar pessoas que são a imagem e semelhança de Deus.
Conclusão: A Missão Integral da Igreja, no contexto social, é responsabilidade nossa e não podemos nos eximir desta incumbência tão nobre aos olhos do Pai. Pois só assim resgataremos o ensinamento bíblico para os dias de hoje. A Missão Integral é um convite para sermos coerentes com o que pregamos. Que Deus nos ajude a cumprir nossa missão!
Pr. Florencio de Ataídes
BIBLIOGRAFIA:
PADILHA, C. René. Missão Integral. Londrina: Descoberta, 2005.
ROCHA, Calvino. Responsabilidade Social da Igreja. Londrina-PR: Descoberta, 2003.
Missão Integral: proclamar o Reino de Deus, vivendo o evangelho de Cristo. Viçosa-MG: Ultimato, 2004. (vários autores)
Leia mais: http://florenciodeataides.webnode.com.br/news/miss%C3%A3o%20integral%20no%20contexto%20social/
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quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
A Invisibilidade do Reino e sua Atualidade
Certa vez interrogaram Jesus sobre o tempo do estabelacimento de seu Reino. O Mestre foi objetivo quando disse que ninguém diria que ele estaria aqui ou ali, em outras palavras as pessoas não poderiam ve-lo ( Lc17:21,22). E Jesus concluí dizendo que o Reino está entre vós, e algumas versões biblicas diz: em vós. Em outra ocasião o Senhor fala para um mestre da lei que se o ser humano não nascer outra vez, não poderá ver o Reino de Deus. Podemos concluír que não é todos que perceberão a existência deste Reino na terra, não é todos que entenderão, não é o conhecimento teológico que revelará a existência do Reino.
As pessoas estão em busca de Religião e não sabem que Cristianismo não é religião, mas um Reino Invisivel e atual. Que este misterioso Reino possa ser revelado à você ( Mt 13:11), esse é o nosso desejo...
sexta-feira, 14 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Jesus não é um Personagem Religioso
O nosso mundo religiolizou o pessoa mais importante da história humana, as pessoas tem uma idéia completamente distorcida do cristianismo e o veem simplismente como mais uma religião desta sociedade mistificada. Quando olhamos as páginas sagradas vemos que elas propõe a pessao de Cristo como um Rei, e não como um ser religioso, isso desde o Antigo como o Novo Testamento. Em Isaías no capítulo ele é apresentado como um menino quem tem o principado em seus ombros. Daniel capítulo sete diz que seu Reinado não terá fim. E nas páginas do Novo Testamento ele aparece como descentente do trono de Davi, no capítulo dois de Mateus ele é adorado como Rei dos judeus pelos magos do oriente, e João Batista no mesmo livro o anuncia como um Rei.
E Jesus quando começa pregar não fala sobre uma nova religião, mas ele anuncia um Reino Mt4:17. Diante da confição de Pedro ele assume ser o Cristo ( Rei ) Mt 16.
Jesus não é um personagem religioso mas é o Rei dos Reis, e Senhor do senhores. E sabemos que quando este evangelho do reino for pregado a todas as nações então virá o fim Mt 24:14...
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Jesus não está assentado num Púlpito
Jesus não está assentado num Púlpito
Nós estamos tão saturados com a idéia religiosa de cristianismo, que as vesez esquecemos que cristianismo no ótica de Deus não é uma Religião. Mas um Reino, E que Jesus não é um personagem religioso mas um Rei... Se observarmos bem veremos que a bíblia nunca coloca Jesus num púlpito mas num trono.
O profeta Ísaias vê o soberâno assentado não em uma tribuna religiosa como muitos o caracterizam, mas ele o vê assentado num alto e sublime trono ( Is 6.1-8 ).
O Apóstolo do amor no livro do Apocalipse o vê assentado num Trono, e vinte e quatro anciões em volta dele entregando suas coroas a ele, e dizendo que Jesus é digno de receber o poder, a honra e a glória.E João completa em Ap 21: 5 e o que estava essentado sobre o trono...
Ele não se essentará numa Cadeira Denominacional para julgar os mortos, grandes e pequenos; mas será num grande Trono Branco Ap20.11-15. Deus os abençoem por que o seu Reino já está entre vós Lc 17.21,22.
terça-feira, 4 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
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