quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Jesus um Rei acessivo

Lucas 17:20-21
“E, interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, respondeu-lhes, e disse: O reino de Deus não vem com aparência exterior. 
Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós.”
Desse modo, Deus não é um rei cheio de protocolos, inatingível em seu luxuoso palácio, cercado de seguranças. É um Rei acessível a todos, ao alcance, que realmente os ouve.
Jesus era muito bom em usar termos do cotidiano, coisas simples que faziam parte do dia a dia de todos, para seus ensinamentos. E todos conheciam os reis. A monarquia era a forma de governo preponderante na época em todo o mundo, com algumas diferenças, mas várias semelhanças. Mudava-se o nome do rei – faraó, por exemplo –, mas o cargo era, basicamente, o mesmo.
O Messias oferecia o reino de Deus aqui e agora. Esse é o Reino. Mas é você que escolhe se quer ser seu súdito. Em Seu amor, Ele lhe deu essa liberdade.
Aceitando este Reino de Deus daqui, agora, em sua própria vida, em seu cotidiano, em seu jeito de ser e agir, você um dia poderá estar naquele outro Reino dos Céus.
Mas não chegará àquele se não passar por esse.
Então, viva sob o governo de Deus. Como o próprio Jesus ensinou

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Pacto de Lausanne Suíça 150 países, 2700 líderes, 1974. Pacto: Contrato que impõe obrigações. (Não é só declarar, mas fazer). Introdução Pacto de Lausanne – A mais significativa das confissões sobre o evangelismo já produzida pela Igreja. – 50% dos delegados eram oriundos do terceiro mundo. O documento marcou uma parcela significativa das comunidades evangélicas de todo o mundo. Que a mensagem do evangelho não inclui apenas as boas novas da salvação individual, mas o projeto para que os cidadãos celestiais, os salvos em Cristo, manifestam os sinais do Reino na sociedade decadente em que estão inseridos. Ser sal, ser luz. A Igreja de Cristo ao longo da história procurou não fazer uma dicotomia entre evangelização e ação social, consciente e transformadora: 1. Recuperar a unidade da Igreja na prática de nossa missão. 2. Aprofundar o conceito de missão integral. 3. Assumir os riscos desse envolvimento. 4. Evitar os desvios que nos levam para longe de Deus e da sua vontade. 5. Resgatar o caráter profético do sermão. 6. Não permitir o retrocesso na prática de missões. Tocados pelo que Deus vem fazendo em nossos dias, movidos ao arrependimento por nossos fracassos e desafiados pela tarefa inacabada da evangelização, as boas novas da salvação para todo o mundo, obediência (por graça) de proclamar e fazer discípulos. a. Cristãos que levam tanto Cristo como a Igreja a sério b. Não podendo chamar Cristo de Senhor sem serem responsáveis de sua nova comunidade. c. Convencidos de que Deus vem fazendo (agindo). d. Arrependimento x Triunfalismo (substituindo por humildade). e. Reconhecendo nossas falhas e a consciência da ação de Deus nos leva ao desafio da evangelização. 1. Deus e seu propósito 1. O ser que Deus é: a. Um ser eterno e ativo, Criador e Senhor do mundo (Is 40:28). b. Tanto um como três, que governa todas as coisas segundo a sua vontade. 2. O propósito de Deus. Chamar um povo para si, a Igreja, povo de peculiar propriedade de Deus, que tem chamado do mundo e enviado ao mundo como servos e testemunha, para estender o Reino e edificar o “Corpo de Cristo”, para a glória dele mesmo (Deus). Que muitas vezes negamos o chamado e falhamos na missão. Como vasos de barro transportamos o tesouro, o Evangelho, e na nossa fraqueza o poder de Deus se destaca. 2. A Autoridade e o Poder da Bíblia. A. Autoridade. 1. Inspiração – Homens movidos pelo Espírito Santo a tal ponto que se poderia dizer que os lábios de Deus a proferiram (A Palavra de Deus – Assim diz o Senhor:) 2. Veracidade – Sendo a Palavra de Deus escrita é verdadeira (Nm 23:19) em tudo o que afirma. 3. Autoridade – A conseqüência lógica das afirmações anteriores. Única regra de fé e prática. B. O Poder da Bíblia. Para cumprir o seu propósito. 1. Quando Deus fala também age (vê-se claramente no relato da criação). 2. O Evangelho é o Poder de Deus para salvação (Rm 1:16). 3. O Espírito Santo a usa, fala e age através dela (1Co 2:1-5, 1Ts 1:5, 1Pe 1:21). C. A mensagem da Bíblia é a mesma para toda a humanidade e destina-se a ela, é imutável, através dela o Espírito Santo fala ainda hoje. Deus ilumina as mentes do seu povo de modo a perceberem a sua verdade em toda cultura, de maneira sempre nova. Assim toda a Igreja deve receber a revelação integral de Deus. 3. Unicidade de Cristo. Um só Salvador e um só Evangelho. O Novo Testamento é diversidade sem conflito. A. Unicidade de Cristo, Ele é o Salvador. 1. Há somente um Salvador, e mediador, Cristo (1Tm 2:5-6, At 4:12). 2. Deus ama todos os homens (?) x Eleição, a Bíblia ensina ambas as verdades. B. Universalidade de Cristo, Ele é o Salvador do mundo. 1. Por ser único deve ser proclamado por todo o mundo. 2. Nem todos os homens serão salvos. 3. O convite deve ser estendido a todos. 4. A Natureza da Evangelização. A. Boas novas em Cristo. B. Morreu por nossos pecados. C. Ressuscitou segundo as Escrituras. D. È Senhor e Rei. E. Oferece perdão de pecados e o dom do Espírito Santo a todos os que se arrependerem e crerem. F. Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor. G. Persuadir as pessoas a se reconciliarem com Deus. H. O prelúdio da evangelização. 1. Presença (contato). 2. Proclamação (Jesus bíblico e histórico). 3. Persuasão (honesta e franca). 4. Diálogo (indispensável). I. O objetivo da evangelização é a conversão. 5. Responsabilidade social cristã. Toda pessoa possui uma dignidade intrínseca porque foi feita imagem de Deus. O dever social político faz parte do cristão (a fé sem obras é morta). O testemunho do século XIX na Inglaterra foi notável. A. Doutrina de Deus. 1. Criador e juiz de todos os homens. 2. Devemos partilhar o seu interesse pela justiça. 3. Pela reconciliação do homem com Ele. 4. Libertação de todo jugo e opressão. B. Doutrina do homem. 1. A responsabilidade social. 2. Evangelização. 3. Doutrina da salvação. 4. Salvação e libertação do mal. C. Doutrina de Reino. 1. Quando se recebe a Cristo se nasce de novo no seu Reino. 2. Ser cidadão do Reino é ansiar por justiça. 6. Igreja e Evangelização. A. Somos enviados a exercer a missão sacrificial de levar o evangelho integral ao mundo todo. B. O povo remido é a agência de Deus na terra. 7. Cooperação na Evangelização. Evangelização que nos convoca a unidade. Devemos estar unidos em comunhão. Rejeitar o individualismo propõe o empenho numa unidade mais profunda. A. Missão da Igreja. 1. A missão de Cristo é modelo para a Igreja. 2. Cristo não ficou a parte da vida e dos sofrimentos do mundo. 3. É preciso penetrar na sociedade não cristã. 4. A evangelização integral ao mundo. B. Integridade da Igreja. 1. Se, esperamos ser ouvidos, precisamos viver o que pregamos. 2. A cruz precisa ser tão central em nossas vidas como ela o é em nossas mensagens. 3. Quando a Igreja não vive o que prega, ela é pedra de tropeço para o Evangelho. 4. A Igreja está acima de todas as organizações humanas. C. A unidade da Igreja. 1. A unidade invisível e indestrutível precisa se tornar visível. 2. A nossa desunião enfraquece o evangelho da reconciliação. 3. A unidade visível deve manifestar-se por uma confissão. 4. A única unidade que agrada a Deus é a unidade na verdade (fé bíblica, comunhão uns com os outros nas obras e no testemunho). 5. Precisamos aprender a planejar e trabalhar juntos. 8. Esforço congregado de igrejas na evangelização. 1. A responsabilidade de evangelizar pertence a todo Corpo de Cristo. 2. Processo permanente de reavaliar nossa responsabilidade e ação missionária. 3. O esforço congregado revelará o caráter universal da Igreja de Cristo. 9. Urgência da Tarefa de Evangelização. A. Dois bilhões e setecentos milhões de pessoas ainda por ser evangelizadas (?) . 1. A tarefa de evangelizar pertence a todo povo de Cristo. 2. A tarefa vem sendo desenvolvida pela Igreja e Instituições para-eclesiásticas (Deveriam ser departamentos na Igreja). 3. A responsabilidade é alcançar a área que está plantada, bem como enviar missionários a outras partes do mundo. 4. O Concílio de Lausanne reconheceu como válido a existência das Instituições Para-Eclesiásticas. B. Existe uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo. 1. Ocasião própria para a evangelização mundial. 2. Liberar recursos para as áreas não evangelizadas. C. Estamos chocados com as injustiças que provocam a pobreza. 1. Os cristãos que vivem em opulência, tem uma obrigação em particular. 2. Devemos desenvolver um estilo de vida simples, e contentar-nos com o que é necessário à vida. 3. Contribuir generosamente para aliviar e evangelizar os necessitados. 10. Evangelização e Cultura. 1. A cultura deve ser julgada e provada pelas Sagradas Escrituras. 2. O Evangelho avalia todas elas (culturas) segundo seu próprio critério. 3. A Igreja tem que procurar transformar e enriquecer a cultura. 11. Educação e Liderança. Um estilo cristão de liderança, não em termos de domínio, mas de serviço. Em toda nação e cultura deve haver um eficiente programa de treinamento para pastores e leigos, desenvolvidos a partir de iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos. A. A Cultura deve ser testada e aprovada pelas Escrituras. 1. Deve ser julgada pelas Escrituras. 2. O evangelho não pressupõe a superioridade entre uma cultura e outra. 3. As missões tem exportado a cultura com o Evangelho. B. Liderança. 1. O crescimento numérico não justifica o detrimento espiritual. 2. Toda Igreja deve ter líderes nacionais. 3. Há necessidade de desenvolver educação teológica. 12 e 13. Conflito Espiritual / Liberdade e Perseguição. A Igreja deve esperar feroz oposição. A. Oposição: 1. Conflito espiritual contra os principados e potestades. 2. Falsas ideologias fora da Igreja. 3. Armas morais e intelectuais (Pecado e mundanismo – hábitos questionáveis) 4. Métodos duvidosos para conseguir resultados. 5. Perseguição física e legislação restritiva. B. Antídoto: 1. Usar a Armadura de Deus (Ef 6:10-17). 2. Se opor as injustiças. 3. Declarar a verdade. 14 e 15. O Poder do Espírito Santo / o Retorno de Cristo. A ação do Espírito Santo é uma condição indispensável para esperar resultados. Crer na Volta de Jesus, pessoal e visivelmente, em poder e glória para consumar a salvação e o juízo. A. O poder do Espírito Santo é gracioso e contínuo. 1. O testemunho da Igreja (Jo 16:14). 2. O Espírito Santo e as quatro etapas de crescimento: • Convicção de pecado. • Fé em Jesus. • Novo Nascimento. • Santificação. 3. O Espírito Santo é um Espírito missionário, logo uma igreja cheia do Espírito Santo é uma igreja missionária. 4. Para a evangelização mundial é necessária a renovação da igreja pelo Espírito Santo (Sabedoria, fé, santidade, amor e poder). C. O retorno de Cristo. 1. Cremos que Jesus voltará: • Pessoalmente (At 1:1). • Visivelmente (Ap 1:7). • Em poder e glória (Mc 13:26). • Para consumar salvação e juízo (Jo 5:21-29, Hb 9:27-28). 2. Isso é um estímulo a evangelização (Mt 24:14 – então virá o fim). 3. Duas etapas de Reino: • Convidando para o Reino da Graça. • Preparando para o reino de Glória. Conclusão: Compromisso de orar juntos, planejar juntos, e trabalhar juntos pela evangelização de todo o mundo.

O REINO DE DEUS E SEU CUNHO SOCIAL

Missão Integral no contexto social 07/11/2011 18:03 Missão Integral no contexto social Introdução: Quando falamos em Missão Integral, temos de nos reportar ao ministério do Senhor Jesus. Ele preocupou-se com o homem como um todo, importando-se com ele e suprindo suas necessidades básicas. A sua preocupação com o ser humano era além do espiritual, abrangendo também o aspecto físico e psicológico. Quando analisamos as Escrituras Sagradas, encontramos o Senhor Jesus fazendo Missão Integral. O texto de Mt 9:35-38 dá-nos a idéia do que fazia em seu ministério, pois o verso 35 diz: “percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do reino e curando toda sorte de enfermidades”. Aqui temos a abrangência de seu ministério, quando buscou indiscriminadamente os marginalizados, oprimidos, cativos, machucados, cegos, surdos, coxos, leprosos, aleijados, desamparados, desgarrados, perdidos, etc. Essa foi a sua Missão: “buscar os perdidos da casa de Israel”. Qual foi a sua motivação em buscar aqueles desvalidos que viviam desprezados por seus semelhantes? A Compaixão! Pois via as multidões desamparadas como ovelhas que não tem pastor. Viviam desorientados, sem direção, proteção, alimento, afetados pelos descaminhos do destino, precisando de amparo. Jesus é o maior exemplo de Missão integral, Ele preocupou-se com o homem por inteiro: corpo e alma! O que é Missão integral? O Concílio de Lausanne, realizado na Suíça em 1974, teve como lema “Toda igreja, levando todo evangelho, a todo homem em todo mundo”. Aqui, a Missão Integral é definida como o Evangelho completo (todo) ao homem completo (todo). Preocupando-se com o homem como um “todo”, ou seja, espiritual, psicológica e fisicamente. Missão Integral é o retorno às origens do cristianismo bíblico, atendendo o ser humano em todas as suas necessidades, promovendo seu bem estar material e espiritual. A Missão Integral inclui fé e obras. John Stott disse: “o ser humano deve ser uma comunidade integrada de corpo e alma”. Evangelização e responsabilidade social são partes integrantes da Missio Dei, portanto, são inseparáveis e indispensáveis na missão da Igreja. Evangelizar é atender o indivíduo na totalidade. Não só o Evangelho e nem só o pão. Devemos relacionar evangelismo e ação social, pois andam juntos! Um não existe sem o outro. Se a igreja vai fazer missões, precisa ser Integral, senão, é um Evangelho incompleto, deformado e manco. Ação social é parte da proclamação do Evangelho. Jesus deu o exemplo em seu ministério. Emilio Castro diz: “o evangelismo existe somente onde há preocupação social, sem ela pode haver propaganda, proselitismo, mas dificilmente boas-novas”. Origem da Missão Integral. A origem da Missão Integral não é nova, no Antigo Testamento encontramos claramente este assunto como uma ordem de Deus ao seu povo. Vários textos fazem referência ao ensinamento divino quanto à questão social. O próprio Deus exorta-nos quanto ao cuidado par com a viúva, o órfão, o pobre e o estrangeiro (Sl. 68:5 e Lv. 19:10). Jesus veio com o propósito de resgatar o homem na sua integralidade. João 1:14 diz: “e o verbo se fez carne e habitou entre nós”. Para quê? Para buscar e salvar o que se havia perdido! Da mesma forma, nós, como seus discípulos, temos a mesma incumbência: “assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo”, Jo. 17:18. Jesus nos enviou. Para quê? Para fazer as mesmas obras que fazia. A Igreja Primitiva entendeu essa missão e preocupou-se com os desfavorecidos. Em Atos, encontramos a Igreja organizando-se a fim de atender aos necessitados que estavam sendo esquecidos. Paulo preocupou-se com os necessitados de Jerusalém, Tiago recomendou a prática das boas obras e a preocupação com a condição física do próximo como prova de uma fé viva. Durante a História da Igreja homens de Deus como João Calvino, Wesley Wilbeforce, Jorge Muller e tantos outros fizerem diferença na sociedade em que viviam, envolvendo-se na ação social, pois viam nisto a missão da Igreja. A Missão Integral é a Missão da Igreja. Como Igreja, devemos empregar todos os esforços para atender a proposta de Lausanne e pensar seriamente na questão desse “Todo”. A missão da Igreja e sua responsabilidade social referem-se aos atos de misericórdia e compaixão para com aqueles que sofrem e que não estão em condições de retribuir o favor. A Igreja tem a Missão de ser e fazer discípulos segundo o modelo de Cristo; para isso precisamos fazer o que Ele fazia. Ter um Evangelho completo: fé e obras. As obras são resultados da fé que possuímos no Senhor Jesus. Devemos ser responsáveis socialmente não para sermos salvos, mas porque somos salvos. O Evangelho equilibrado tem fé e obras ao mesmo tempo. Como fazer Missão Integral? Existe pelo menos duas maneiras de fazer a Missão Integral. A primeira é através da Filantropia, atendendo a pessoa em suas necessidades imediatas. Ou seja, amenizando os problemas do dia a dia. Como por exemplo, doando cestas básicas, remédios, etc. É momentânea, atende a necessidade imediata, mas não muda a situação da pessoa ao longo da vida. A segunda é eliminar as causas das necessidades, revendo a estrutura que causa tal situação, proporcionando oportunidades ao indivíduo para mudanças em sua realidade. Pode-se, por exemplo, inserir o indivíduo no mercado de trabalho, oferecendo-lhe cursos profissionalizantes. Por que a igreja brasileira falha na Missão Integral? Entre alguns fatores podemos destacar alguns deles como, por exemplo: a. Herança missionária. Os missionários americanos e europeus não transmitiam a mesma visão missionária para as igrejas autóctones. Assim, deixaram a impressão de que missões é algo que o Brasil recebe e não precisa fazer, como afirma Timóteo Carriker. b. Comodismo. Há um comodismo na igreja. Eu estou bem e fecho os olhos para aqueles que estão carentes ao meu lado. Não é problema meu! Transfere-se a responsabilidade de fazer alguma coisa. c. Falta de visão do seu potencial. Temos um potencial enorme, mas ficamos esperando que os outros façam. Podemos minimizar o sofrimento de milhares de pessoas, basta iniciativa da nossa parte. Como podemos realizar a Missão Integral? Segundo Calvino Rocha, podemos realizar a Missão Integral da seguinte forma: a. Valorizando os desafios independentemente da sua dimensão. Pode ser impossível aos nossos olhos, mas não aos olhos de Deus. É começar e não ter medo dos desafios. b. Identificando os desafios que estão próximos. Às vezes não conseguimos enxergar problemas sociais que estão ao nosso lado e que com pouca coisa podem ser amenizados ou solucionados. c. Partilhando recursos. Dividir aquilo que temos. Quando olhamos para as pessoas que estão a nossa volta, percebemos que podemos fazer alguma coisa. Basta ter compaixão e generosidade. Jesus multiplicou os poucos pães e alimentou uma multidão faminta. d. Aprendendo com a história. Temos muitos exemplos na história de pessoas que começaram do nada. Com boa vontade e amor, fizeram diferença no seu tempo. e. Estabelecendo um projeto de encarnação. Assim como Jesus encarnou-se, identificando-se com a humanidade e tendo compaixão profunda por ela, assim devemos fazer. Dar a vida para restaurar pessoas que são a imagem e semelhança de Deus. Conclusão: A Missão Integral da Igreja, no contexto social, é responsabilidade nossa e não podemos nos eximir desta incumbência tão nobre aos olhos do Pai. Pois só assim resgataremos o ensinamento bíblico para os dias de hoje. A Missão Integral é um convite para sermos coerentes com o que pregamos. Que Deus nos ajude a cumprir nossa missão! Pr. Florencio de Ataídes BIBLIOGRAFIA: PADILHA, C. René. Missão Integral. Londrina: Descoberta, 2005. ROCHA, Calvino. Responsabilidade Social da Igreja. Londrina-PR: Descoberta, 2003. Missão Integral: proclamar o Reino de Deus, vivendo o evangelho de Cristo. Viçosa-MG: Ultimato, 2004. (vários autores) Leia mais: http://florenciodeataides.webnode.com.br/news/miss%C3%A3o%20integral%20no%20contexto%20social/ Crie seu site grátis: http://www.webnode.com.br

terça-feira, 18 de junho de 2013

A Invisibilidade do Reino e sua Atualidade

     Certa vez interrogaram Jesus sobre o tempo do estabelacimento de seu Reino. O Mestre foi objetivo quando disse que ninguém diria que ele estaria aqui ou ali, em outras palavras as pessoas não poderiam ve-lo ( Lc17:21,22). E Jesus concluí dizendo que o Reino está entre vós, e algumas versões biblicas diz: em vós. Em outra ocasião o Senhor fala para um mestre da lei que se o ser humano não nascer outra vez, não poderá ver o Reino de Deus. Podemos concluír que não é todos que perceberão a existência deste Reino na terra, não é todos que entenderão, não é o conhecimento teológico que revelará a existência do Reino. 
   As pessoas estão em busca de Religião e não sabem que Cristianismo não é religião, mas um Reino Invisivel  e atual. Que este misterioso Reino possa ser revelado à você ( Mt 13:11), esse é o nosso desejo...

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Jesus não é um Personagem Religioso

     O nosso mundo religiolizou o pessoa mais importante da história humana, as pessoas tem uma idéia completamente distorcida do cristianismo e o veem simplismente como mais uma religião desta sociedade mistificada. Quando olhamos as páginas sagradas vemos que elas propõe a pessao de Cristo como um Rei, e não como um ser religioso, isso desde o Antigo como o Novo Testamento. Em Isaías no capítulo ele é apresentado como um menino quem tem o principado em seus ombros. Daniel capítulo sete diz que seu Reinado não terá fim. E nas páginas do Novo Testamento ele aparece como descentente do trono de Davi, no capítulo dois de Mateus ele é adorado como Rei dos judeus pelos magos do oriente, e João Batista no mesmo livro o anuncia como um Rei.
    E Jesus quando começa pregar não fala sobre uma nova religião, mas ele anuncia um Reino Mt4:17. Diante da confição de Pedro ele assume ser o Cristo ( Rei ) Mt 16. 
    Jesus não é um personagem religioso mas é o Rei dos Reis, e Senhor do senhores. E sabemos que quando este evangelho do reino for pregado a todas as nações então virá o fim Mt 24:14...

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Jesus não está assentado num Púlpito

Jesus não está assentado num Púlpito

    Nós estamos tão saturados com a idéia religiosa de cristianismo, que as vesez esquecemos que cristianismo no ótica de Deus não é uma Religião. Mas um Reino, E que Jesus não é um personagem religioso mas um Rei... Se observarmos bem veremos que a bíblia nunca coloca Jesus num púlpito mas num trono.
    O profeta Ísaias vê o soberâno assentado não em uma tribuna religiosa como muitos o caracterizam, mas ele o vê assentado num alto e sublime trono ( Is 6.1-8 ). 
    O Apóstolo do amor no livro do Apocalipse o vê assentado num Trono, e vinte e quatro anciões em volta dele entregando suas coroas a ele, e dizendo que Jesus é digno de receber o poder, a honra e a glória.E João completa em Ap 21: 5 e o que estava essentado sobre o trono... 
Ele não se essentará numa Cadeira Denominacional para julgar os mortos, grandes e pequenos; mas será num grande Trono Branco Ap20.11-15. Deus os abençoem por que o seu Reino já está entre vós Lc 17.21,22.

Redescobrindo os Mandamentos do Reino de Deus